Desestabilizadores automáticos

Perante isto, há um toque de ironia trágica nos elogios de Olli Rehn ao sofrimento nacional para os quais pediu emprestadas palavras a Fernando Pessoa: “há barcos para muitos portos, mas nenhum para a vida não doer”, disse. Resta saber se o comissário sabe que estas foram escritas “no fundo de uma depressão sem fundo”, “num daqueles dias em que nunca tive futuro”.

Visto por Dentro, 18 de Março de 2012

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