Vítor Gaspar e o crescimento de 10%

Ora, perante estas conclusões, é difícil compreender as prioridades do Governo e da troika na “agenda de transformação estrutural”. A uma terapia de choque orçamental, que sem dificuldades rasgou os contratos salariais de 700 mil funcionários públicos, juntaram prioridade máxima à reforma laboral. Quanto à reforma no sector dos serviços, arrastam-se pelo menos há seis meses sem mensagem política clara, revelando-se reféns de pequenos grandes interesses, e escondendo-se muitas vezes atrás de contratos. Assim, é muito difícil estar optimista.

Visto por Dentro, 04 de Março 2012

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