O principal risco de António Costa

Na opinião pós-vitória de António Costa tentei evidenciar o contraste entre o entusiasmo que o novo líder socialista gerou junto dos seus apoiantes e as poucas ideias claras que já assumiu para o País. Por exemplo:

Tem de explicar onde foi buscar essa ideia de que consegue flexibilizar as regras europeias, que margem jurídica lhe é concedida pelos Tratados, que apoios reúne na Europa e o que admite dar em troca. Tem de ser claro sobre que BCE defende no enquadramento da UE e que relação pretende manter com a Alemanha. Tem de concretizar uma política industrial – se é que acredita nela – e que políticas concretas defende para ajudar Portugal a crescer.

E se tem de aliviar o actual enfoque nas contas públicas enquanto raiz de todos os problemas, o líder do PS precisa ao mesmo tempo de explicar onde ficam os seus limites à tributação, como pretende pagar as despesas e reduzir a dívida, e que medidas centrais constituem a base das prováveis reformas da segurança social, do SNS e da máquina pública.

Visto por Dentro, “O principal Risco de António Costa“, 01 de Outubro

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